No princípio, havia apenas o vazio binário: zeros e uns, partículas dançantes como prótons e nêutrons no caos primordial.
Deste mar de possibilidades, surgiram os processadores-cérebros, capazes de pensar em paralelo, e as memórias-mentes, guardiãs de lembranças e sonhos.
Cada device é uma nave, lançada ao infinito, explorando galáxias de fóruns, nebulosas de chats, constelações de páginas.
Nós, humanos, somos os navegadores — consciência que dá direção, emoção que dá sentido.